terça-feira, 23 de abril de 2013

ESTAMIRA


MIRA
LIXÃO
LIÇÃO
ELES NÃO SÃO
NÓS NÃO
SÃO SÓ LIXO
SERES NÃO SÃOS
HUMANOS NÃO
SÓ BICHOS
UM DE NÓS NÃO.

(Ivana Lucena)

sábado, 20 de abril de 2013

sábado, 9 de março de 2013

A ETERNA ÚLTIMA VEZ

Despi-me
Decidi
Despedi-me
Te ti

Voltei
Despi-me
Arrependi-me
De vir

Enlacei-me
Enfim
Despedi-me
De mim


(Ivana Lucena)


domingo, 3 de fevereiro de 2013

UMA HISTÓRIA DE AMOR A GATOS

Quem me visita se espanta ao deparar-se com três gatinhos correndo pela casa.

Compreendo que nos dias dia hoje, morando na capital, esta é mesmo uma cena inusitada para se encontrar nas residências.

Percebo que as pessoas estão cada vez menos acostumadas a lidar com animais domésticos. Entendo que o grande motivo disso é a falta de tempo e de espaço que a vida moderna impõe.

Confesso que me incomoda um pouco argumentar para os questionamentos frequentes a respeito dos “riscos de doenças” que esses animais em casa podem trazer.

Sei que não é argumento imbatível revelar que crio gatos e cachorros desde criança e que as minhas filhas também cresceram nesta realidade.

Amar estes animais é um valor arraigado já dentro da minha casa.

Confirmo que é difícil e trabalhoso cria-los quando ainda estão novinhos. Talvez esse seja o motivo de muita gente recusar até em pensar na hipótese de adotar um.

Mas, assim como todos os bebês, o trabalho é muito gratificante.

Vê-los brincando pela casa, subindo em nosso colo em busca de carinho, fazendo gracinhas... São recompensas pela ocupação que nos emprega para cuidar deles.

Na verdade, esses “bebês” não foram planejados. Alguém despejou dois deles em minha casa e a primeira, a gatinha FLOR, foi resgatada da rua por uma das minhas filhas.

Eu não gostaria mesmo de ficar com todos esses gatos em minha casa, porém, nenhuma de nós teve a coragem para abandoná-los em algum lugar.

As minhas filhas tentaram conseguir donos para eles pela internet. Embora muita gente tenha comentado carinhosamente as fotos, ninguém se dispôs para aceita-los.

Até ontem eles estavam ainda sem nomes. Na expectativa de que aparecessem pais para batiza-los. Como isto está demorando a acontecer, resolvi fazê-lo.

FLOR, já foi batizada assim que encontrada. Os outros dois, como se trata de um casalzinho de irmãos que foram abandonados, batizei-os de JOÃO e MARIA.

Enquanto não aparecem pais para amá-los, vamos nós aqui de casa amando-os e se enfezando de vez em quando com o trabalho que eles nos dão.

Mas não basta amar. Aliás, o significado de amar, nesse caso, assim como na criação dos filhos, vem carregado da responsabilidade de cuidar, de zelar pela saúde e pela segurança deles.

E assim, vamos nós. Eu, as três filhas mais FLOR, JOÃO e MARIA.





















PS. Quem quiser aprender mais coisas sobre gatos, este artigo do link colocado aqui abaixo é muito bem escrito e presta esclarecimentos excelentes a respeito das doenças que podem ser transmitidas por gatos e as formas de evita-las ou trata-las. Vale a pena ler.

http://ronronar.com/artigos/doencas-que-gatos-transmitem-pessoas

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

CONFLITO DE AMAR


Vivo um conflito tão grande
Amo e sou amada
Por alguém que não sabe amar
Amor é algo que se sente, é verdade
Mas também há muito o que se ensinar
Quem nunca aprendeu de fato
Só sente
Ama
Mas não sabe amar

domingo, 25 de novembro de 2012

APRENDENDO A TIRAR FÉRIAS

Eu estou há dois dias de férias e ainda me sinto ansiosa, continuo acelerada... Tenho a plena sensação de que amanhã devo comparecer ao trabalho e com certeza irei acordar no horário (risos).

Além disso, férias sem dinheiro só traz à mente os afazeres que dificilmente executaríamos estando trabalhando. Do tipo: levar o carro para revisão; ir ao médico, ao dentista; fazer os consertos de casa; comprar roupas para as filhas...  Essas coisas.

Sabe? A torcida daqui de casa é para eu continuar no trabalho, dizem que de férias eu fico catando o que fazer e acaba sobrando pra elas também. Pensando bem, elas têm razão (risos).

Acho que eu preciso mesmo é me programar, de modo que eu consiga realizar no início das férias os afazeres pendentes e depois, sem culpa, gozar de um merecido descanso, apenas lendo e fazendo as coisas que eu gosto.

Mas eu tenho dúvidas se um mês apenas é o suficiente. Com certeza, não é, porque grande parte dos compromissos depende dos horários de outras pessoas e isso torna difícil estabelecer um prazo fixo para o descanso.

O que me resta fazer é tentar. Certamente ajudaria muito se essa programação já esteve elaborada bem antes de iniciar as férias, mas, como não foi possível assim, não ter nenhuma programação com certeza não é a melhor opção para aproveitar o tempo da melhor maneira possível.

De resto, é tirar bastantes fotos dos momentos bons para que eles se  eternizem e compartilhar com os amigos.